Do desconhecido ao familiar
Ao explorar livremente o espaço e escolher o seu próprio percurso, o visitante constrói uma representação mental do lugar. O que antes era desconhecido torna-se familiar.
A Motus cria experiências imersivas 3D que permitem percorrer livremente os espaços. Os seus futuros clientes começam a conhecer o lugar antes mesmo de atravessarem a porta. Cada experiência é montada à medida do negócio: da visita simples ao espaço que informa, apresenta produtos e vende.
“Caminhe ao seu ritmo, rode
a vista, aproxime-se de uma montra,
entre e explore com liberdade”
Abre no navegador, sem transferir nada. Pode depois ser guardada no ecrã principal, como uma aplicação. Compatível com os principais telemóveis, tablets e computadores.
Abre no navegador, sem transferir nada. Pode depois ser guardada no ecrã principal, como uma aplicação. Compatível com os principais telemóveis, tablets e computadores.
Ao contrário de uma visita virtual comum, feita de fotografias 360° justapostas que se seguem em saltos, a experiência Motus oferece uma fluidez cinematográfica e um realismo fotográfico.
“Um anúncio passa em segundos
Uma experiência permanece”
Em vez de receber passivamente uma informação promocional, o visitante explora, participa e estabelece uma relação espacial e emocional com o lugar.
Num contexto de crescente saturação publicitária, a interatividade e a dimensão lúdica despertam a curiosidade e tornam o visitante mais recetivo.
Ao explorar livremente o espaço e escolher o seu próprio percurso, o visitante constrói uma representação mental do lugar. O que antes era desconhecido torna-se familiar.
O desconhecido tem um custo emocional: cria incerteza e fricção. Quando um lugar se torna familiar, a hesitação diminui e cresce a confiança.
Livre, o visitante torna-se explorador. Projeta-se numa realidade que ainda não viveu e quer saber o que se esconde mais adiante. A curiosidade dá forma ao desejo.
O lugar já é familiar e falta pouco: passar do virtual ao real para completar a experiência. Deslocar-se, entrar, visitar, reservar ou comprar.
É esta pré-experiência, a combinação de atenção, participação e projeção que dá força à comunicação imersiva.
Quando o objetivo é
dar a conhecer o lugar
Criamos um gémeo digital do seu espaço, que qualquer pessoa percorre livremente no navegador. É uma peça acabada: mostra o lugar como ele é, e continua válida enquanto o espaço não mudar.
Quando o objetivo é
vender a partir dele
A mesma experiência, com painéis ancorados nos pontos que interessam. Quem se interessa por um artigo age no momento em que o vê, sem sair do espaço.
A experiência integra-se no site que já tem.
E se não tiver site, a página onde ela vive já é um.
Nada fica fechado: uma experiência imersiva pode receber painéis mais tarde, sem nova captação.
Antes da captação, conversamos consigo para compreender os seus objetivos,
o seu público e o papel que a experiência deverá desempenhar.
Em conjunto, definimos a experiência em quatro planos.
Captamos o espaço com uma câmara laser de alta resolução e elevada precisão. A captação é rápida e pouco intrusiva, com o mínimo de interferência na atividade normal. Recolhemos também os conteúdos visuais a integrar.
Nenhuma das pessoas presentes durante a captação aparecerá na experiência final.
Recriamos o espaço ao pormenor e integramos a identidade visual, os conteúdos, os movimentos de câmara e as funcionalidades definidas. Otimizamos a experiência para computador, tablet, smartphone e óculos de realidade virtual e realizamos testes de desempenho.
Sempre que tecnicamente possível, pequenos elementos indesejados poderão ser removidos durante a edição.
Após a validação final, a experiência é publicada e integrada nos canais escolhidos. Recebe uma solução pronta a utilizar, acompanhada de um kit de difusão.
Cada projeto é orçamentado de acordo com a dimensão do local, o nível de interatividade, os conteúdos a integrar e os canais de publicação. Após uma primeira conversa, apresentamos uma proposta clara e proporcional ao projeto.
Começamos por uma conversa para compreender o seu espaço, os seus objetivos e a experiência que pretende oferecer. Depois apresentamos-lhe as opções mais adequadas.
Marcar uma demonstração →O essencial está acima. Aqui fica o resto, para quem quiser ir mais fundo antes de falar connosco.
Uma visita a 360 graus é feita de pontos fixos. O visitante chega a um ponto, roda a vista e salta para o ponto seguinte. Entre os dois não há nada, é esse salto que quebra a sensação de estar no lugar.
A Motus cria uma reconstrução volumétrica do espaço. O visitante desloca-se de forma contínua nas três dimensões, aproxima-se de uma montra, contorna uma mesa, olha para cima. A profundidade e a paralaxe são preservadas em todo o percurso, é isso que o cérebro reconhece como um lugar em vez de uma sequência de fotografias.
Há dois formatos que respondem a intenções diferentes, e a escolha entre eles determina o orçamento e aquilo que pode alterar mais tarde.
A experiência imersiva é o espaço captado, reconstruído e pronto a percorrer. Inclui um percurso de navegação guiado, um ecrã de abertura personalizado, uma ligação direta para partilhar em redes sociais, newsletters e campanhas digitais, um código QR, um código de integração no site da marca, e a possibilidade de guardar a experiência no ecrã principal de um telemóvel. É uma peça acabada, entregue de uma vez.
O primeiro mês de alojamento está incluído, para que possa começar a utilizá-la e a divulgá-la no próprio dia da entrega, sem ter primeiro de resolver a questão técnica. Depois desse mês escolhe como quer continuar.
A loja imersiva acrescenta os painéis interativos ancorados no espaço, e uma área pessoal a partir da qual altera os conteúdos desses painéis quando quiser, sem voltar a captar e sem passar por nós.
A escolha entre os dois depende do que pretende: mostrar o lugar, ou fazer dele um canal que trabalha todos os dias. Um hotel, uma quinta ou um edifício com valor patrimonial ficam frequentemente melhor servidos pelo primeiro formato.
Não. A experiência é entregue com uma página própria, alojada por nós, com um endereço só seu. Essa página abre em qualquer telemóvel ou computador e funciona sozinha, sem precisar de estar dentro de nenhum site.
Para quem não tem site, é essa página que passa a fazer esse papel. Mostra o espaço por dentro, e com ele o essencial: quem é, onde está, horários e contactos. Partilha-se tal e qual numa publicação, numa mensagem, no perfil de empresa no Google ou num código QR colado na montra.
De base estão incluídos o nome do espaço, a morada, o horário e os contactos. Se quiser ir mais longe, a página pode ser trabalhada como uma verdadeira montra da marca: criação de logótipo, tratamento gráfico próprio, conteúdos adicionais. Esse trabalho é orçamentado à parte.
Na loja imersiva a mesma página passa a fazer também o trabalho de venda: fichas de produto, promoções, formulários, reservas e ligação à loja online.
Se mais tarde criar um site, nada se perde. A mesma experiência integra-se nele com um bloco de código, e continua igualmente acessível no seu endereço próprio.
A captação é feita no local com um scanner portátil que combina medição laser e fotografia. O operador de captação percorre o espaço ao ritmo de uma caminhada, como um cliente que o visitasse pela primeira vez. Não é preciso iluminação adicional, não se toca em nada, e não há montras nem expositores a desmontar.
Uma loja de 100 m² leva cerca de 30 minutos. O que faz variar esse tempo não é tanto a área como a quantidade de pormenores a registar: quanto mais artigos e pequenos objetos houver à vista, mais lento e mais cuidado tem de ser o percurso.
Depois vem o trabalho de estúdio: limpeza da reconstrução, correção de zonas incompletas, equilíbrio de cor, otimização para que a experiência abra depressa em telemóvel.
Normalmente menos de cinco dias úteis entre a captação e a experiência publicada.
Do seu lado a preparação é a mesma que faria para uma sessão fotográfica: o espaço arrumado, os produtos no sítio, a iluminação habitual ligada. Não é preciso mais nada, e não precisa de fechar a loja.
Não. A experiência abre num separador do navegador, em computador, tablet ou telemóvel, com um simples toque num link ou com a leitura de um código QR. Nada é transferido da App Store nem da Play Store, não há conta para criar, nem sequer um ecrã de espera antes de começar a andar.
Isso não impede que o visitante fique com um ícone no telemóvel, se assim o desejar. Explicamos como na pergunta seguinte.
Em telemóvel a experiência ajusta-se automaticamente à capacidade do aparelho, para que continue fluida em equipamentos de gama média.
Sim, e é uma diferença que conta. A experiência é uma aplicação Web: o visitante pode guardá-la no ecrã principal do telemóvel ou do tablet, onde fica um ícone como o de qualquer outra aplicação. Um toque e volta a entrar no seu espaço, em ecrã inteiro, sem passar pelo navegador e sem procurar o link outra vez.
Ao contrário de uma aplicação da App Store ou da Play Store, não há nada para transferir, nenhuma conta para criar, nenhuma autorização a conceder, e não ocupa espaço no telemóvel. São quatro razões a menos para desistir a meio. É um atalho para a sua experiência, não um programa instalado.
Para si, o interesse é o de qualquer ícone num ecrã principal: fica visível todos os dias, e o regresso deixa de depender de o cliente reencontrar o link.
São pontos colocados dentro da própria experiência, ancorados a um sítio preciso do espaço. O visitante aproxima-se de um expositor e encontra ali as fichas dos produtos, as promoções em curso, um vídeo, uma galeria de fotos, as informações sobre a loja, ou uma ligação direta para reservar e comprar.
Sem eles, a visita termina quando o visitante fecha o separador. Com eles, o visitante que se interessou por um artigo pode agir no momento exato em que o vê, sem sair da experiência e sem ir procurar noutro lado.
Depende do formato que escolher.
Na experiência imersiva, não. É uma peça acabada: mostra o espaço tal como estava no dia da captação, e continua válida enquanto o espaço não mudar.
Na loja imersiva, sim, e em tempo real. Os conteúdos dos painéis são seus para alterar a partir da sua área pessoal: preços, campanhas, novos artigos, horários de época, ligações. Uma nova coleção ou uma promoção de fim de semana entram na experiência no próprio dia.
Em qualquer dos casos, só é preciso voltar a captar quando o próprio espaço muda, numa remodelação por exemplo.
A experiência é sua, e o alojamento também pode ser. Há três opções.
No seu próprio site, se o alojamento que já tem o permitir. Convém verificar antes: uma experiência imersiva consome mais tráfego e mais espaço do que páginas correntes, e sobretudo exige um servidor rápido. Num alojamento partilhado lento, a experiência demora a abrir e perde-se precisamente aquilo que a torna eficaz. Se o visitante espera, já não entra.
Num serviço rápido à sua escolha, se tiver a competência técnica para o gerir. Nesse caso a Motus trata apenas da criação, entrega os ficheiros, e fica completamente livre do que faz a seguir.
Connosco, em servidores rápidos com pontos de entrega próximos de quem abre a experiência, o que garante um arranque imediato em Portugal e no estrangeiro. É a opção sem preocupações.
Em todos os casos os ficheiros da experiência são-lhe entregues. Mesmo quando o alojamento fica connosco, fica desde o primeiro dia com tudo em mãos, livre para testar outra solução quando entender. Não há nada retido do nosso lado.
Como o primeiro mês de alojamento está incluído, recebe sempre o conjunto pronto a difundir: um endereço próprio para partilhar tal e qual, o código QR, e um bloco de código para integrar a experiência numa página do seu site. Serve igualmente para campanhas de correio eletrónico, redes sociais, um código QR em montra e o seu perfil de empresa no Google.
Este conjunto mantém-se válido enquanto a experiência estiver alojada connosco. Se mais tarde a mudar para outro alojamento, o endereço muda com ela: basta atualizar as ligações e voltar a gerar o código QR a partir do novo endereço.
Funcionam particularmente bem os espaços com carácter próprio: lojas com identidade visual forte, hotelaria, restauração, quintas e espaços de eventos, galerias, edifícios com valor patrimonial. Quanto mais o lugar valer por aquilo que se sente lá dentro, mais a experiência acrescenta.
Sendo honesto sobre os limites: superfícies muito refletoras, vidros e espelhos de grande dimensão são o caso mais exigente desta tecnologia, porque aquilo que se vê depende do ângulo de quem olha. Continuam a ser captáveis, mas exigem um percurso de captação mais cuidado, com mais passagens e ângulos diferentes sobre a mesma zona. Por vezes, a solução passa por conduzir o visitante por um caminho que não coloca essa superfície no centro da vista.
É por isso que preferimos ver o espaço, ou pelo menos algumas fotografias, antes de nos comprometermos com um resultado.
Não aparecem na experiência final. A reconstrução assenta na comparação de múltiplas passagens sobre o mesmo ponto: tudo o que se move é automaticamente descartado, e só permanece aquilo que estava lá em todas as passagens. Uma pessoa só ficaria registada se permanecesse imóvel exatamente no mesmo sítio durante toda a captação.
A isso acresce o método: durante a captação observamos os movimentos das pessoas e só apontamos o equipamento para uma zona depois de estar livre.
O resultado é verificável. Na captação que fizemos nas galerias exteriores de um outlet em plena atividade, não há uma única pessoa no modelo final.
Além de resolver qualquer questão de proteção de dados, isto mantém a atenção onde ela deve estar.
O que determina o orçamento é a área a captar, a complexidade do percurso, o formato escolhido, e, se optar pela loja imersiva, o número de painéis e a quantidade de conteúdos a colocar em cada um. O alojamento é tratado à parte, consoante o caminho que escolher.
O método é sempre o mesmo: uma conversa curta, uma visita ao espaço ou algumas fotografias, e depois uma proposta escrita com um valor fechado. Sem estimativas vagas nem valores que mudam a meio.
A experiência é hoje pensada para o navegador, que é onde estão os seus clientes.
Os modos imersivos com óculos já foram testados e o resultado é excelente quando o equipamento está ligado a um computador. Diretamente no navegador dos óculos, a fluidez ainda não está ao nível que consideramos aceitável. Por isso só o proporemos quando estiver validado em condições reais de utilização. Preferimos não vender uma promessa antes de a podermos cumprir.
A captação do seu espaço é sua, e os ficheiros são-lhe entregues logo após a criação, qualquer que seja a solução de alojamento escolhida. Não é preciso pedir nada nem esperar por nada: já os tem.
Se estava alojado connosco e decidir mudar, basta levar a experiência para onde quiser. Se entretanto perdeu os ficheiros, voltamos a enviá-los. Não há contrato de fidelização, e nada fica retido como forma de o obrigar a continuar.